domingo, 22 de abril de 2012

Passeio Ecológico na Serra de Morro Grande-SC

Passeio Ecológico realizado pelo Professor de Ciências, Amélio Peruchi, com alunos e ex-alunos da Escola Quintino Rizzieri na magnífica paisagem localizada na divisa entre os municípios de Morro Grande-SC e São José dos Ausentes-RS (alto da serra).










































terça-feira, 22 de junho de 2010

Encontro de Design e Tecnologia Digital em Florianópolis/SC

Floripa recebeu mais um EDTED

Aconteceu em Florianópolis, o maior evento de internet do Brasil, o EDTED – Encontro de Design e Tecnologia Digital - O evento contou com um público de 400 participantes, profissionais como designers, webdesigners, programadores, desenvolvedores web, publicitários e empreendedores, entre outros. 

O objetivo do encontro foi a troca de informações sobre o potencial da internet, as novidades do mercado e a importância do design e da tecnologia neste meio. Dez cidades recebem o evento: Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Recife.

Em Florianópolis, os participantes tiveram quatro espaços de conteúdo para escolher, em palestras que aconteceram simultaneamente: Design, Tecnologia, Oficinas e Desconferências.

A programação do evento foi definida com a colaboração do público, que escolheu os temas mais discutidos na atualidade.

João Costa, da Fundação Certi, falou sobre usabilidade na TV Digital. Giovane Pasa, da Labbo, apresentou no espaço Tecnologia uma palestra sobre desenvolvimento de aplicações web corporativas e comércio eletrônico. Eder Gobbi, do Joomdev, deu um mini-curso sobre Joomla!, Software Livre e um Novo Modelo de Negócios.

Uma das palestras de destaque foi a do publicitário Bruno Dreux, da agência carioca Publicidade Interativa, com o tema “Webenstein: Como defender sua criação e não entregar um monstro”. Dreux deu dicas sobre como argumentar com o cliente para evitar o desenvolvimento de uma aberração na internet. “Se você não souber como defender seu projeto e deixar o cliente conduzí-lo, seu projeto será um Frankstein”, afirmou Dreux, que destacou que, uma das principais dificuldades de designers e publicitários é que, muitas vezes, o cliente opina de acordo com seu gosto pessoal, sendo que “design não é questão de gosto, é ferramenta de comunicação”.

Outro tema intensamente discutido foi o poder e o uso das redes sociais no Brasil. Gustavo Loureiro, que atua no mercado como consultor em marketing digital, ministrou a palestra “Buzz Monitor em Redes Sociais”. Para Loureiro, é preciso monitorar as redes sociais porque as pessoas utilizam amplamente ferramentas como o Twitter para emitir opiniões sobre marcas e produtos. “O Twitter é o psicólogo e o ombudsman do ciberespaço”, analisa o consultor.

Martha Gabriel, diretora de tecnologia da New Media Developers e professora de prestigiados cursos de MBA no Brasil, falou sobre as múltiplas possibilidades que as redes sociais oferecem, assim como os riscos, caso sejam mal utilizadas. “Muito se fala sobre inclusão digital, mas pouco se fala sobre educação digital”, afirmou Martha. “Rede social é espaço público, e não privado. Não faça nas redes sociais o que você não faz na rua”, aconselhou ela.

Martha citou diversas maneiras de como tornar-se relevante nas redes sociais. Uma delas é saber como falar com o público, caso contrário, soará falso. Além disso, é preciso estar disposto a participar; criar conteúdo consistente e oferecer informações úteis sem esperar nada em troca. “Você é o que compartilha”, observou Martha. E concluiu: “Quem sabe pilotar relacionamentos, sabe pilotar redes sociais”.

Fontes relacionadas:

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Liderança é pensar diferente e organizadamente

Até poucos anos, os grandes venciam os pequenos, os fortes massacravam os fracos. Hoje, os ágeis é que superam os lentos. O poder deixou de ser a força e passou a ser a velocidade de transformação.

[Abraham Shapiro - http://profissaoatitude.blogspot.com/]  

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Extreme Programming ou XP o que é ?

Atualmente o foco de desenvolvimento parece ter mudado para a criação de grandes bibliotecas que cercam, muitas vezes de maneira inferior, as limitações de algumas linguagens.
Outro foco é a criação de metodologias que empregam melhor as linguagens já existentes, como exemplo dessa tendência pode-se citar: Extreme Programming e UML (Unified Modeling Language) que são técnicas que se encaixam em praticamente qualquer tipo de linguagem de programação, mas não alteram fundamentalmente as mesmas.

UML é uma linguagem de modelagem não proprietária de terceira geração, não é uma metodologia de desenvolvimento, o que significa que ela não diz para você o que fazer primeiro e em seguida ou como projetar seu sistema, mas ela lhe auxilia a visualizar seu desenho e a comunicação entre objetos. Basicamente, a UML permite que desenvolvedores visualizem os produtos de seu trabalho em diagramas padronizados. Junto com uma notação gráfica, a UML também especifica significados, isto é, semântica. É uma notação independente de processos, embora o RUP (Rational Unified Process) tenha sido especificamente desenvolvido utilizando a UML.
Programação extrema (do inglês eXtreme Programming), ou simplesmente XP, é uma metodologia ágil para equipes pequenas e médias e que irão desenvolver software com requisitos vagos e em constante mudança. Para isso, adota a estratégia de constante acompanhamento e realização de vários pequenos ajustes durante o desenvolvimento de software.
Os quatro valores fundamentais da metodologia XP são: comunicação, simplicidade, feedback e coragem. A partir desses valores, possui como princípios básicos: feedback rápido, presumir simplicidade, mudanças incrementais, abraçar mudanças e trabalho de qualidade.

Dentre as variáveis de controle em projetos (custo, tempo, qualidade e escopo), há um foco explícito em escopo. Para isso, recomenda-se a priorização de funcionalidades que representem maior valor possível para o negócio. Desta forma, caso seja necessário a diminuição de escopo, as funcionalidades menos valiosas serão adiadas ou canceladas.

A XP incentiva o controle da qualidade como variável do projeto, pois o pequeno ganho de curto prazo na produtividade, ao diminuir qualidade, não é compensado por perdas (ou até impedimentos) a médio e longo prazo.

Todd Proebsting, um pesquisador da Microsoft, argumenta que o problema mais importante na criação de uma linguagem de programação moderna é como melhorar a produtividade do programador já que o hardware hoje é suficientemente poderoso e não requer que compiladores otimizem massivamente o código e os dados de um programa para obter uma boa performance.

Proebsting diz que algoritmos e modelagem apropriada são suficientes para o desenvolvimento de programas eficientes em compiladores modernos e que criadores de linguagens deveriam se preocupar com meios de ajudar programadores a desenvolverem bons programas rapidamente, corretamente e facilmente. Segundo ele, linguagens de programação são o local certo para resolver o problema já que elas estão na raiz do processo, em oposição à engenharia de software e análise.

Nesta mesma linha de pensamento, Paul Graham, em um artigo baseado em uma palestra que ele deu na PyCon, tenta imaginar como as linguagens de programação serão daqui a cem anos. Ele argumenta que as linguagens do futuro provavelmente serão baseadas em um núcleo limpo e conciso contendo todos os axiomas a partir dos quais as outras características da linguagem poderão ser derivadas. Ele escreve:

“No mínimo, um exercício que pode ser útil é analisar cuidadosamente o núcleo de uma linguagem para verificar se há axiomas que podem ser eliminados. Em minha longa carreira como um chato eu descobri que lixo sempre gera mais lixo, e eu já vi isso acontecer tanto em software como embaixo de camas e em cantos de quartos. Ocorre-me que os galhos principais da árvore evolutiva (da programação) passam por linguagens que tem menores e mais limpos núcleos. Quanto mais da linguagem você pode escrever nela mesma, melhor.”

A pergunta é: quais serão as novas e grandes mudanças das linguagens de programação?

LINKS RELACIONADOS:
http://logbr.reflectivesurface.com/2003/03/26/evolucao-das-linguagens-de-programacao/
http://logbr.reflectivesurface.com/2003/05/14/mais-sobre-a-evolucao-de-linguagens-de-programacao/
http://pt.wikipedia.org/wiki/UML
http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_extrema
http://pt.wikibooks.org/wiki/Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_programa%C3%A7%C3%A3o/Linguagens_de_programa%C3%A7%C3%A3o

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Linguagens de programação e sua evolução

Nos últimos 10 anos, pode-se observar que há pouquíssima evolução em termos de estruturas e conceitos na criação de linguagens, pois, apesar da abundância de linguagens, a sobreposição dos conceitos é muito grande.

Muitas das mudanças ocorrem em função da necessidade, percebe-se também que muitas linguagens não passam de pequenas ligeiras variações de uma linguagem base, como por exemplo, em Perl, Python, PHP, Java, C, C++, C# e Delphi que apresentam diferenças mínimas entre si e mudam a maneira de escrever determinadas construções, porém, sem alterar a semântica das mesmas.

Java e C#, linguagens em ascensão no fim dos anos 90 e começo do ano 2000, são linguagens de alto poder de abstração e com boas capacidades de virtualização, o que lhes conferem boas possibilidades de independência de plataforma, embora estas características ainda estão sendo melhoradas. Tem como vantagens, uma maior facilidade na criação dos programas, porém são programas mais lentos do que em C/C++ e vínculos de patentes com as empresas que as desenvolveram.

A vasta maioria das outras linguagens permanece estacionada em locais próximos às suas origens. Um exemplo é o Delphi, uma variante do Object Pascal, usada na ferramenta homônima da Borland. Depois de tornar-se uma linguagem orientada a objetos (o que aconteceu por volta de 1989), pouca coisa nova foi acrescentada à mesma.

O problema mais importante, hoje, na área de Linguagens de Programação, é o desenvolvimento de linguagens que aumentem a produtividade do programador. Linguagens que permitam escrever programas corretamente, facilmente e rapidamente. Esta é a razão do rápido crescimento de linguagens como Java, C# e Ruby.

Muitas das linguagens atuais (PHP, Python, Perl) optaram por tipos dinâmicos para ganhar flexibilidade e produtividade. PHP por exemplo, que é uma das linguagens mais usadas no mundo e como outras, saíram de sua infância procedural há relativamente pouco tempo. Outras, embora já tendo nascido orientadas a objetos, não acrescentaram nenhuma novidade ao conceito. Neste caso, Python e Java seriam exemplos típicos. Isso quer dizer que muitas linguagens estão repetindo um ciclo evolutivo que já é antigo.

Ciclos de processamento e tempo de computador são cada vez mais baratos; tempo de programador e criatividade são cada vez mais caros. Por isso, a tendência atual no mercado é favorecer linguagens de alto nível, menos otimizadas para a máquina, e mais otimizadas para o programador: linguagens como Perl, Python e Ruby, consideradas linguagens de programação de alto nível, com um nível de abstração relativamente elevado, longe do código de máquina e mais próximo à linguagem humana tem como vantagens maior facilidade de implementação e execução em relação ao Java e ao C#, uma desvatagem porém, é que são programas mais lentos do que em C/C++ .
Links Relacionados:

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Estar à frente do mercado significa ser capaz de prever o que acontecerá daqui a cinco anos...

Ano 2000, as profecias estavam erradas, pois o mundo não acabou!

Pelo menos agora tudo o que precisamos é de um total e irrestrito “Controle”, que se torna a palavra de ordem. Toda computação deve passar por fases definidas, nasce a Unified Model Language (UML) e rapidamente atinge nossas portas. Fases com definição, desenho, desenvolvimento, teste e implementação são esclarecidas e conhecidas.

Note que essas mudanças se fundamentam de cinco em cinco anos. Estar à frente do mercado significa ser capaz de prever o que acontecerá daqui a cinco anos e exatamente estudar para isso. A tendência de mercado atual ruma para os celulares e handhelms, basta ver o crescimento desses “pequenos” aparelhos.
A próxima palavra-chave deverá ser “Multi”, ambientes Multi-centric, pois, diferentes da computação distribuída, esses ambientes abrangem tecnologia Web e portátil em um processo completamente descentralizado: imagine o programador sem ir ao trabalho realizando todas as suas funções em casa. Em relação aos serviços Web, provavelmente, os Applications Servers irão dominar.
Fonte: Aplicando Lógica OO em Java. [Fernando Anselmo]

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Mais um pouco da História de Lógica de programação

Já chegamos a meados de 1990, grita-se “Produtividade”.

Tudo deveria ser feito da forma mais rápida e da melhor maneira possível. Surge, então, o auge do modelo Client/Server e conceitos sobre Rapid Aplication Development (RAD), ferramentas como Visual Basic e Delphi são as mais procuradas pelas equipes de desenvolvimento.

Mais cinco anos se passaram...
E no ano de 1995 todo clamor tem seu nome por “Performance”: a computação finalmente deixa de ser centralizada e ganha o mundo, através, principalmente, da Internet (a rede mundial de computadores).
Conceitos como “Computação Distribuída” e “Escalabilidade” são os mais procurados. Divulga-se firmemente a clareza de um melhor modelo para a Orientação a Objetos, conceito este que foi iniciado em 1966.
Modelos RADs já não servem mais solitariamente: nasce a plataforma e a linguagem Java.

Fonte: Aplicando Lógica Orientada a Objeto em Java. [Fernando Anselmo]

terça-feira, 26 de maio de 2009

UM POUCO DE HISTÓRIA DE LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

Tudo se iniciou no ano de 1980...

Quando a palavra de ordem era “Codificação”. A maior preocupação era quanto a escrever programas e, dos programas, escrever sistemas para computadores. Quanto mais, melhor. Linguagens como Fortran, Algol, Cobol, Pascal e C estavam no auge, e o programador era considerado “Amo e Senhor”.

No ano de 1985...
Em uma escalada rápida de desenvolvimento, os Dados passaram a ser o objeto da atenção, descobriu-se a Structure Query Language (SQL) e ferramentas case passariam a “fazer” todo o trabalho da codificação de forma totalmente automatizada.
Fonte: Aplicando Lógica OO em Java. [Fernando Anselmo]

domingo, 24 de maio de 2009

Educação: Fonte de Inclusão

Ainda existem muitos desafios a serem enfrentados para resolver o problema da exclusão social e digital no país, tais como, má distribuição de renda, baixa taxa de escolaridade e limitação do próprio conhecimento.

Os desafios são muitos, e a escola tem papel fundamental nesse processo de incluir o cidadão na sociedade, como mediadora de levar o conhecimento da tecnologia, da socialização virtual e da Informação preparando o cidadão para o mundo globalizado em que vivemos.

Cabe às instituições de ensino o desafio de formar cidadãos através da educação, oportunizando condições para uma boa formação, tornando-os capazes de fazer uso dos recursos tecnológicos, não apenas para o trabalho, mas para torná-los cidadãos capazes de desenvolver, inovar e criar novos caminhos, participando das decisões políticas de seu interesse, e avançando no processo de democratização das sociedades.

Neste sentido faz-se necessário nas instituições de ensino em geral, o emprego adequado de softwares livres, amplamente utilizado em projetos governamentais, que são soluções tecnológicas que reduzem os custos com licenças de software tanto para a aquisição quanto para a manutenção e atualização das mesmas, além da criação e disponibilização de conteúdo, emprego de novas metodologias educacionais, voltadas para o aprendizado via Internet, aliadas ao crescente incremento nas taxas de transmissão e armazenamento de mídia, permitindo a criação de conteúdos cada vez mais otimizados para atender à necessidade de aprendizado de cada indivíduo em todas as regiões do país.

É necessário que todos trabalhem no sentido da busca de soluções efetivas para que cidadãos dos diferentes segmentos sociais e regiões tenham amplo acesso à Internet e à inovação tecnológica, que trará soluções para os principais problemas que afetam tanto a implantação quanto o sucesso dos projetos de Inclusão Digital, evitando assim que se crie uma classe de "info-excluídos", gerada pela sociedade da informação e a universalização dos serviços de informação e comunicação, tornando-se condição fundamental, ainda que não exclusiva, a inserção dos indivíduos como cidadãos, para se construir uma sociedade da informação para todos, oferecendo acesso à Internet, a um menor custo e levando tal acesso para regiões remotas, onde existe uma maior dificuldade e também exclusão digital.

Os projetos de Inclusão Digital ainda precisam evoluir muito no sentido de se especificar "o que" oferecer para o público-alvo de cada região e "como" oferecer este conteúdo, criando uma interação entre o emissor e o receptor, de forma que este não "assista" a uma apresentação, mas sim participe de um processo de aprendizado onde ocorra a assimilação daquilo que foi exposto, proporcionando ao receptor informações que contribuam para a edificação e o crescimento de seu aprendizado e de sua educação e propiciando uma alavancagem do leque de opções do indivíduo para o mercado de trabalho.

Fonte: Mirian Bueno Fiorenza.